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Guia

Emitente fiscal, certificado digital e CSC

Onde fica

Configurações > Fiscal > Configurar Emitente. Abas: Dados do Emissor, Outros e Tributação. Campos obrigatórios: CNPJ/CPF, Razão Social, Nome Fantasia, Inscrição Estadual, Telefone e E-mail. O botão Consultar CNPJ preenche os dados da Receita. A tela está no visual novo (claro ou escuro): cada parte num quadro e o Salvar sempre visível no rodapé.

  • Inscrição Municipal, CNPJ Autorizado XML e Desconto máximo (%) (antes "Max desconto", aba Outros) agora ficam gravados. Antes de 09/10/2026 a Inscrição Municipal era apagada a cada Salvar, e os outros dois não gravavam: confira e preencha de novo. O Desconto máximo é o limite, em %, de desconto no PDV, na pré-venda e no pedido para quem não é administrador (0 = sem limite).

Aba Outros

Desde 19/10/2026 a aba Outros é dividida em subabas, um assunto por vez: Vendas em geral (forma de pagamento, parcelamento, frete, desconto máximo), PDV (senha para cancelar e para desconto alto, desconto de aniversário, meta do dia, frete grátis), Caixa (por empresa ou usuário, fechamento às cegas, virada do dia, aviso de sangria), Pré-venda, Pedido e orçamento, Preço e margem, Estoque, Clientes e crédito, Senha de gerente, Nota fiscal, IBS e CBS, NFS-e e Agente do PDV. Os campos são os mesmos de antes; alguns nomes ficaram mais claros: Desconto máximo (%) (era "Max desconto"), Parcelamento máximo (vezes), Validade do orçamento (dias), Caixa separado por (era "Tipo caixa") e Forma de pagamento padrão. O Salvar grava todas as subabas de uma vez. Empresa nova (desde 19/10/2026) já começa com o Controle diário de caixa em "Obrigar fechamento diário": o caixa de um dia precisa ser fechado antes de vender no outro (quem fecha de madrugada ajusta o Vira o dia às).

"Configure o emitente antes"

A mensagem "Configure o emitente antes (Configurações > Emitente)." aparece quando a empresa ainda não tem o emitente cadastrado e a tela precisa dele (casas decimais, dados da nota, senha de exclusão, cupom e DANFE). Abra Configurações > Emitente (o aviso traz o atalho), preencha CNPJ, razão social, endereço e regime e salve; depois volte à tela. Antes, essas telas davam uma página de erro sem explicação.

  • "Escolha a natureza de operação padrão do emitente": a venda do PDV usa a natureza padrão do emitente (CFOP e natureza da NFC-e). Em Configurações > Emitente, escolha a Natureza de operação padrão e salve. Antes, a venda falhava sem explicação.
  • "Configure a tributação da empresa antes": a emissão (NF-e, NFC-e, CT-e, entrada) e o DRE usam o regime e as alíquotas padrão da empresa. Abra Configurações > Tributação (o aviso traz o atalho), escolha o regime e salve.
  • "Informe a cidade do emitente": a SEFAZ precisa da UF do emitente (consulta, cancelamento e emissão). Preencha a cidade no endereço do emitente e salve.

O que falta para emitir (lista no topo do emitente)

Depois do primeiro Salvar, o topo de Configurar Emitente mostra a lista O que falta para emitir, com um item para cada coisa que a nota precisa: Dados da empresa (CNPJ, razão social, inscrição estadual, endereço e cidade), Certificado digital (gravado, abrindo com a senha, dentro da validade e do CNPJ da empresa), CSC da NFC-e (só para quem emite NFC-e), Natureza de operação padrão e Regime tributário. Item com pendência mostra o que falta e o link Corrigir, que leva direto ao campo. Com tudo certo, aparece Tudo pronto para emitir. São as mesmas regras que a emissão confere, então o que estiver na lista é o que barraria a nota.

Completar pelo CNPJ

No item Dados da empresa do "O que falta para emitir", o botão Completar pelo CNPJ preenche endereço, telefone, e-mail e a inscrição estadual pelo CNPJ, só nos campos vazios. Confira e salve. A conta nova já começa com esses dados (desde 24/10/2026).

Ainda não tem o certificado digital?

Enquanto não há certificado, o emitente mostra o quadro Ainda não tem o certificado digital? com o botão Comprar certificado. Dá para vender sem nota no PDV enquanto ele não chega.

Comprar o certificado pelo sistema

Em Comprar certificado (no emitente, ou em /certificado-digital): e-CNPJ A1 (da empresa, R$ 150,00) ou e-CPF A1 (da pessoa, R$ 130,00), em arquivo, válidos por 1 ano. Informe o titular e clique em Gerar Pix. Pagou, a tela confirma sozinha e leva ao WhatsApp da emissora (81 99798-1588) para a validação por videoconferência: de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h ela já atende; fora disso, agenda para o próximo dia útil (sábado e domingo não há emissão). Recebido o arquivo, envie o .pfx e a senha no emitente.

Certificado digital

  • Tipo de Certificado: "A1 — Arquivo (.pfx / .p12)" ou "A3 — Token / Smart Card".
  • A1: envie o arquivo em "Arquivo (.pfx / .p12)" e informe a Senha do Certificado; salve. O quadro "Certificado Digital Instalado" mostra serial, início e data de expiração.
  • O certificado é conferido na hora de salvar. Se a senha não abre o arquivo, se ele está vencido ou se é de outro CNPJ (rejeição 213), nada é gravado e a tela diz o motivo; o certificado que já estava continua valendo. A filial pode usar o certificado da matriz (mesma raiz de CNPJ). Vencendo em até 30 dias, ele é gravado com um aviso para renovar. Vale também para a filial, para a tela do super e para os dados fiscais do caixa.
  • Senha em branco ao enviar um certificado = conferir com a senha que já estava gravada (reenvio do mesmo arquivo). Se for outro certificado, digite a senha dele.
  • "Certificado gravado, mas não foi possível abrir" = arquivo ou senha errados: remova (botão Remover Certificado) e envie de novo com a senha certa.
  • A3: usa o programa NFeProxyA3 (botão Baixar NFeProxyA3) e a "Chave do Proxy A3". O passo a passo está abaixo, em "Certificado A3: o programa NFeProxyA3".
  • Certificado vencido faz a SEFAZ rejeitar todas as notas (rejeições 280 a 286). A renovação é feita com a certificadora; depois basta enviar o arquivo novo.

Testar comunicação com a SEFAZ

O botão Testar comunicação com a SEFAZ (no quadro do certificado instalado) pergunta à SEFAZ do estado do emitente se o serviço está no ar, usando o certificado gravado. "Tudo certo" quer dizer que o certificado abre e a SEFAZ o aceita: já dá para emitir. Se a SEFAZ não responder, tente de novo em alguns minutos.

Segurança do certificado e quem pode baixar a cópia

  • O certificado enviado fica guardado protegido, fora de qualquer endereço da internet: ninguém consegue baixá-lo digitando um link.
  • A cópia do arquivo só pode ser baixada pelo suporte da plataforma e pelo escritório contábil responsável pela empresa (o contador vinculado a ela). Um escritório não consegue baixar o certificado de empresa que não é cliente dele.
  • Quando há mais de um arquivo guardado para o mesmo CNPJ (por exemplo, o certificado antigo e o renovado), aparece a lista para escolher qual baixar.
  • Para trocar o certificado, basta enviar o arquivo novo na tela do emitente; a emissão das notas usa sempre o último enviado.

Como gerar o CSC

Embaixo dos campos do CSC, no emitente, Como gerar o CSC mostra o passo a passo do estado do emitente (com o link oficial em PE e PB): entrar com o e-CPF do representante ou do contador, pedir o CSC de produção, copiar o ID e o código e colar nos campos.

CSC (NFC-e)

Código de Segurança do Contribuinte, gerado no site da SEFAZ do estado da empresa. Informe o CSC (token) e o CSC ID na tela do emitente. Rejeição 462 = ID do CSC errado; 464 = CSC (token) não confere.

São Paulo: SAT não é mais usado, o cupom é NFC-e

  • Em São Paulo o CF-e SAT acabou: desde 1º de janeiro de 2026 a emissão pelo equipamento SAT é proibida (Portaria SRE nº 79/2024). O cupom do varejo paulista é a NFC-e (modelo 65) - ou NF-e quando for o caso. O sistema não usa SAT e não precisa de equipamento nenhum para emitir em SP.
  • O que configurar, igual aos outros estados:
    1. Credenciamento da empresa para NFC-e no portal da SEFAZ-SP (com o contador).
    2. Certificado digital (e-CNPJ, de preferência A1) no emitente - ver Certificado digital acima.
    3. CSC e CSC ID gerados no portal da SEFAZ-SP, informados no emitente - ver CSC acima.
    4. Uma NFC-e de teste em homologação e depois passar para produção.
  • Contingência: no lugar do SAT reserva, a NFC-e sai em contingência offline quando falta internet ou a SEFAZ está fora, e é transmitida sozinha quando a conexão volta.
  • O SAT antigo da loja precisa passar pela cessação/desativação no sistema da SEFAZ-SP - é um procedimento com a SEFAZ e o contador, fora do sistema.

Ambiente

Homologação = testes, as notas não têm valor fiscal. Produção = notas valendo. O recomendado é autorizar uma NFC-e de teste em homologação e depois passar para produção.

Numeração e série

Na seção "Numeração e Série" ficam os últimos números usados de NF-e e NFC-e (produção e homologação). Mudar um "Último Nº" exige informar o motivo e confirmar que os números pulados ficarão sem nota e precisarão ser inutilizados na SEFAZ (Notas fiscais > Numeração e inutilização).

Contingência

O botão Contingência na tela do emitente é usado quando a SEFAZ está fora do ar. NFC-e emitidas em contingência (offline) são transmitidas depois pelo reenvio automático.

  • NF-e em contingência sozinha (desde 27/10/2026): com a SEFAZ fora do ar, a NF-e passa sozinha para a contingência virtual (SVC) e continua saindo; quando ela volta, o sistema desliga. Na tela Contingência aparece com o motivo "Automática". Vale para certificado A1 (com A3, ligue à mão).
  • Filial com emitente próprio (desde 30/10/2026): cada loja com certificado A1 entra na contingência pela SEFAZ do estado dela. Se só a SEFAZ de outro estado cair, as notas da loja que está no ar continuam saindo normalmente.
  • SVC recusou (rejeição 113 ou 114, "SVC desabilitada pela SEFAZ de origem"): a contingência automática sai sozinha e a nota seguinte volta para a SEFAZ do estado; ela não religa na próxima hora.

Token do IBPT (imposto aproximado no cupom)

O campo Token IBPT (opcional) da Configuração do emitente liga a consulta da carga tributária de cada produto na API do IBPT ("De Olho no Imposto"). O token é gerado no site deolhonoimposto.ibpt.org.br.

  • Com o token, o sistema consulta toda noite até 200 produtos que ainda não têm a carga e guarda o resultado no produto. A NFC-e, a NF-e e a remessa usam esse valor no imposto aproximado e, se ele não existir, a tabela do IBPT por estado.
  • Sem token, vale só a tabela do IBPT por estado, como sempre.
  • Antes de 08/10/2026 a consulta pelo token não funcionava (faltava uma biblioteca); só a tabela por estado era usada.

Tabelas do IBPT por estado

Configurações > Fiscal > IBPT: no topo, quantos estados têm a tabela, quantos estão sem dados, o total de NCMs e a versão mais recente; embaixo, um estado por linha com a situação em selo (Importada ou Sem dados), a versão, os NCMs e a data. Importar todos automaticamente baixa as tabelas atualizadas de todos os estados de uma vez. Em cada estado, Ações tem Consultar NCMs (a lista com as alíquotas, 100 por página, com as páginas embaixo), Reimportar CSV e Atualizar pela internet.

  • Importar CSV: escolha o estado, a versão e o arquivo CSV do IBPT; o arquivo é obrigatório na tabela nova. Na reimportação, deixar o arquivo em branco troca só a versão.

Cidades

Configurações > Unidades > Cidades: pesquise pelo nome; a lista mostra a UF e o código do IBGE que vai nas notas. Nova cidade pede nome, UF e código IBGE; Editar corrige os mesmos campos. A cidade é usada por todas as empresas do sistema, por isso a lista não tem Excluir.

Filiais (outras lojas da empresa): cadastro e troca entre matriz e filial

Configurações > Filiais: a lista mostra descrição, razão social, documento e a situação (Ativa ou Desativada) em selo; em Ações, Editar e Excluir (pede confirmação). Nova Localização abre o cadastro: CNPJ (a lupa ao lado busca os dados da empresa), razão social, inscrição estadual, endereço com cidade, natureza de operação padrão do caixa, ambiente, séries e últimos números de cada documento (com o motivo, se mudar algum "Último Nº"), CSC da NFC-e, certificado digital próprio e logo. Os campos são os mesmos de antes, no visual novo.

Trocar entre matriz e filial: não se escolhe a loja no login. Depois de entrar, quem acessa mais de uma loja vê no topo da tela, ao lado do botão PDV, o botão da unidade (ex.: Todas as Unidades). Clique nele e escolha Matriz, a filial (ex.: Loja Centro) ou Todas as Unidades, que junta as lojas nos relatórios. O botão passa a mostrar a loja escolhida.

  • Quem entra direto em qual loja: em Configurações > Usuários e Acesso > Usuários > editar, no quadro Filiais / Locais, marque os Locais de acesso e o Local padrão. Usuário com uma loja só (ex.: o caixa da filial) já entra nela e não vê o botão. Usuário sem nenhuma loja marcada acessa todas.

Duas empresas com CNPJ diferente no mesmo acesso: outra matriz

Quem tem duas ou três empresas (CNPJ diferente) e usa os mesmos produtos usa tudo no mesmo acesso: cadastre a outra em Configurações > Filiais com Tipo da unidade: Outra matriz (CNPJ independente) (desde 17/10/2026). Ela divide produtos e clientes com a conta, aparece no botão da unidade como "Nome (outra matriz)" e já nasce com tributação própria, uma cópia da principal para ajustar em Configurações > Tributação. As notas, a DRE e o EFD-Contribuições dela saem separados.

Certificado A3: o programa NFeProxyA3

A tela Certificado A3 (token ou cartão) abre pelo botão Baixar NFeProxyA3 da aba do certificado. Nela: o botão Baixar NFeProxyA3.exe (se aparecer o aviso de que o executável ainda não foi disponibilizado, fale com o suporte), o passo a passo e os requisitos. Resumo: instale o driver do token, execute o NFeProxyA3.exe, anote a chave de acesso que ele mostra, escolha o certificado e cole a chave em Chave do Proxy A3 no emitente. Para abrir junto com o Windows: NFeProxyA3.exe --install (para tirar: --uninstall). Deixe o programa aberto enquanto emite. Se ele não achar o certificado, confira o driver, o token conectado e se o certificado aparece no certmgr.msc (Pessoal > Certificados).

Tributação da empresa (regime e percentuais padrão)

Configurações > Tributação: o Regime (Simples, Normal ou MEI), os percentuais padrão de ICMS, PIS, COFINS e IPI, o NCM padrão e se a empresa é Contribuinte do IPI (só indústria ou equiparado; quem só revende fica em Não). Com o regime Simples, aparece o % Aproveitamento do crédito: o crédito de ICMS que a nota do Simples informa ao cliente (CSOSN 101 e 201). Desde 16/10/2026 esse campo já vem aberto quando a empresa é do Simples; antes ele só aparecia depois de trocar o regime na lista. Trocar o regime atualiza os produtos e os perfis fiscais para o regime novo.

Atividade e natureza da PJ (EFD-Contribuições): no regime Normal, a tela de Tributação também pede a Atividade (comércio, indústria, serviços, imobiliária, financeira ou outras) e a Natureza da PJ (em geral, cooperativa, PIS sobre a folha, SCP). Vão no registro de abertura do EFD-Contribuições; a filial com tributação própria tem as dela. Padrão: comércio e pessoa jurídica em geral (desde 18/10/2026).

  • Lucro Presumido ou Lucro Real: com o regime Normal, aparece a Apuração para dizer qual dos dois é a empresa (desde 17/10/2026). É o que separa o PIS/COFINS cumulativo (Presumido) do não cumulativo (Real).
  • Erro ao salvar a Tributação: com os percentuais escritos com vírgula (ex.: 0,65), a tela dava erro ao salvar. Corrigido em 17/10/2026.

Tributação da filial (outro regime, outro estado)

Com filial cadastrada, Configurações > Tributação mostra no topo cada unidade (com o estado). Em Tributação desta unidade:

  • Mesma da matriz (o padrão): usa o regime e as alíquotas da principal, como sempre foi.
  • Própria: a unidade tem o regime dela (Simples, MEI, Lucro Presumido ou Lucro Real) e os percentuais de ICMS, PIS, COFINS e IPI dela. Serve para loja de outro estado ou outra empresa (outro CNPJ) na mesma conta. O NCM padrão e os produtos não mudam.

Notas, ICMS e PIS/COFINS da filial com tributação própria

  • As notas da unidade saem com a tributação dela (desde 17/10/2026): NF-e, NFC-e (inclusive no caixa local), remessa, nota de entrada e CT-e levam o CRT do regime da unidade. O CSOSN do Simples sai com o CST equivalente na unidade do regime Normal (102 → 00, 500 → 60, 201 → 10...) e o contrário (00 → 102, 60 → 500...); com perfil fiscal padrão, vale o perfil de mesmo tipo do outro regime. Nada muda no cadastro.
  • O CST/CSOSN do consumidor final da matriz e o código fixo da natureza de operação também vão no código do regime da unidade.
  • ICMS da filial de outro estado (desde 17/10/2026, mesmo sem tributação própria): dentro do estado dela vale o ICMS da tributação própria ou a alíquota do estado (tabela do sistema); para fora, 12%, 7% ou 4%. Alíquota especial (7%, reduzida) fica.
  • PIS/COFINS da unidade (desde 17/10/2026): no regime Normal vai CST 01 com as alíquotas da unidade ou, sem elas, Lucro Presumido 0,65% e 3% (cumulativo) e Lucro Real 1,65% e 7,6% (não cumulativo). No Simples, CST 49. DRE e EFD-Contribuições também separam a filial com tributação própria. Desde 18/10/2026 isso vale também entre apurações do regime Normal: matriz no Lucro Presumido e filial no Lucro Real (ou o contrário), a nota da filial sai com as alíquotas da apuração dela.
  • A CT-e OS e a devolução de compra seguem como antes: a CT-e OS sai pela matriz, e a devolução usa os códigos da nota do fornecedor.

Tela de contingência (ativar, desativar e reenviar)

  • A tela Contingência mostra dois quadros: NFC-e pendentes de retransmissão (cada uma com Reenviar agora, útil com certificado A3, que precisa do token conectado) e Contingências ativadas, com o selo Ativa ou Desativada e o botão Desativar na que está ativa.
  • Ativar contingência: escolha o Tipo (OFFLINE para NFC-e; SVCAN ou SVCRS para NF-e, a SEFAZ virtual), o Documento (a tela acerta sozinha conforme o tipo) e escreva o Motivo. Quando a SEFAZ voltar, desative.

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